HISTÓRIA DA ESCOLA DE SAMBA
SOCIEDADE ROSAS DE OURO
Fundada em 1971 por um grupo de quatro amigos, José Luciano Tomás da Silva, João Roque "Cajé", José Benedito da Silva "Zelão" e entre eles o seu eterno presidente Eduardo Basílio, que permaneceu à frente da escola até outubro de 2003, e dá nome à sua quadra, e a mais bem estruturada de São Paulo.
Seu nome vem de uma condecoração do Papa Gregório II em 730, para condecorar virtuosas princesas católicas, o bouquet de ROSAS DE OURO, contidas em um vaso de forma elegante, ricamente decorado, abençoado pelo Papa antes da missa do quarto Domingo de quaresma. Após a assinatura da Lei Áurea, em 1889, sua Alteza Imperial Sra. Isabel (Princesa Isabel) seria condecorada pôr iniciativa do Papa Leão XIII. A ascensão de nossa escola foi meteórica.
Seu nome vem de uma condecoração do Papa à Princesa Isabel, que a entregou uma "rosa de ouro".
Sua ascensão foi meteórica. Desfilou, pela primeira vez, no carnaval de 1973, no Segundo Grupo, e ficou em quarto lugar. Nada mal para uma escola recém-fundada. Em 1974, ganhou o Segundo Grupo e subiu para o grupo principal, em 1975.
Em sua primeira aparição entre as grandes, ficou com o vice-campeonato. Seus sambas, nos primeiros anos de existência, foram feitos pelo compositor Zeca da Casa Verde. Em 1983 veio a alegria maior para os componentes da "Roseira" (apelido carinhoso da escola): o campeonato, com o enredo "Nostalgia", último samba que Zeca da Casa Verde fez para a escola, e que era uma volta a São Paulo do começo do século XX.
A cidade de São Paulo, aliás, é o tema preferido dos enredos da Rosas de Ouro. Já foram apresentados na avenida a célebre Faculdade de Direito do Largo São Francisco (enredo do bi-campeonato em 84), a Avenida São João, os vários povos de toda à parte do Brasil e do mundo que fizeram da cidade seu novo lar, o final de semana típico de um paulistano, a evolução da cidade através dos tempos, a gastronomia de Sampa, personagens como os Demônios da Garoa e Paulo Machado de Carvalho e até uma visão futurística de como seria a cidade cem anos depois.
É a escola favorita da classe média paulistana que, em mais de 25 anos desfilando no Grupo Especial, nunca ficou abaixo da sexta colocação.
A Rosas de Ouro mantém, junto com a comunidade da Freguesia do Ó, atividades com crianças e idosos. Procurando resolver o problema dos menores carentes, a escola retira as crianças das ruas, procurando levá-las para a quadra. "O que mais nos orgulhamos é que no bairro não existem crianças nos semáforos", dizia o presidente e fundador da escola, Eduardo Basílio. "Tiramos todas as crianças das ruas".
As senhoras que fazem parte da ala das baianas, promovem festas e concursos durante ano, formando um grupo de convívio para as pessoas da terceira idade.
Além de escola de samba, a Rosas de Ouro é também uma empresa.
Com um site na Internet www.sociedaderosasdeouro.com.br, um departamento equipado com microcomputadores e alguns funcionários, mantém uma agenda de apresentações durante o ano todo, no Brasil e as vezes no exterior. Possui também um ateliê de costura que ajuda substancialmente nas despesas do desfile.
Como todos sabem, nossa agremiação, teve em 2003, um ano complicado; nosso Presidente “Eduardo Basílio, adoeceu e nos deixou em outubro, entristecendo toda a Nação Azul e Rosa”.
Como sua sucessora, deixou sua filha Angelina Basílio, nossa nova Presidente, que com muita garra e mãos de ferro, vem nos mostrando filha de quem é; Angelina tomou a frente dos trabalhos, sem mudar a metodologia de seu pai, pois como ela mesma diz: “Vou continuar os sonhos que o Presidente Basílio acalentava.”.
INFORMAÇÕES OBTIDAS NO SITE DA SOCIEDADE ROSAS DE OURO
http://www.sociedaderosasdeouro.com.br/entrada.asp
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