AS TRÊS RENDEIRAS DO UNIVERSO

GRES ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA - 1991


Autor(es) Hélio Turco, Alvinho, Jurandir da Mangueira
Intérprete(s) Jamelão


Samba da Mangueira em 75: Imagens poéticas de Jorge de Lima

Foto-montagem feita
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As Três Rendeiras do Universo
Quando... o mundo era uma criança
O divino um dia enviou
A luz de uma esperança
Então surgiram
As três rendeiras do universo
Que vêm brilhar
Na sutileza dos meus versos
Um romance entre o Sol e a Lua nasceu
Um romance que o homem jamais entendeu
No céu a estrela-guia apareceu 
Renda de luz
Que faz sonhar                                         (bis)
Uniu a terra, o céu e o mar
Tão bonito é minha escola a desfilar
Vem amor
Vem ver um novo alvorecer
Vem amor
Quanta alegria de viver
Uma rosa enfeita o jardim
A maldade já chegou ao fim
E nas rendas de prata do mar
Surge uma sereia a cantar
Ô rendeira
A jangada não voltou                    (bis)
Passa o tempo, passa a vida
Só não passa o seu amor





COMENTÁRIO CRÍTICO:

ESTE SAMBA FOI DESTACADO EXCLUSIVAMENTE PELA BELEZA DA MELODIA, POIS A LETRA É SOFRÍVEL, SEM DÚVIDA A PIOR DO REPERTÓRIO DA ESTAÇÃO PRIMEIRA E TINHA TUDO PARA SER UMA BELEZA JÁ QUE O ENREDO É DOS MAIS IMAGINATIVOS E BELOS, MAS UMA IMPRESSIONANTE COLEÇÃO DE CLICHÊS ENFEIAM A COMPOSIÇÃO A PONTO DE CAUSAR IRRITAÇÃO EM OUVIDOS MAIS EDUCADOS POETICAMENTE. UMA PENA JÁ QUE A MELODIA DO SAMBA, SEU ANDAMENTO E RITMO SÃO IMPECÁVEIS. QUASE JUSTIFICA O 12º LUGAR (ÚLTIMO DAS QUE NÃO DESCERAM) OBTIDO PELA ESCOLA NESSE ANO.