GOSTO QUE ME ENROSCO
É Carnaval, ô
O Rio abre as portas pra folia
É tempo de sambar
Mostrar ao mundo a nossa alegria
Veio bailando pelo mar (pelo mar, pelo mar)
E de lá pra cá, ô
Nasceu essa magia
Samba, que me faz feliz
Em sua raiz tem arte e poesia
Bate o bumbo, lá vem Zé Pereira
E faz Madureira de novo sonhar
A Portela não é brincadeira
Sacode a poeira, faz o povo delirar
Gosto que me enrosco de você, amor
Me joga seu perfume, hoje eu tô que tô (bis)
Praça Onze, berço das nossas fantasias
Deixa Falar deixou no peito a nostalgia
Dos ranchos, blocos e cordões
Dos mascarados nos salões
Pierrot beijando a Colombina
Chuva de confete e serpentina
Dos bondes ficou a saudade
Ah! Que saudade do luxo das Sociedades
Abram alas, deixa a Portela passar
É voz que não se cala (bis)
É canto de alegria no ar
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COMENTÁRIO CRÍTICO:
ESTE SAMBA DA PORTELA DE SABOR ANTIGO, PARECENDO UMA PORTELA DE OUTROS TEMPOS, É EMPOLGANTE E CUMPRIU BRILHANTEMENTE SUA FUNÇÃO NO DESFILE.
O RITMO DO REFRÃO FLERTA PERIGOSAMENTE COM A MARCHINHA, MAS NÃO COMPROMETE O SAMBA COMO UM TODO.
O SAMBA GANHOU O ESTANDARTE DE OURO AO HOMENAGEAR O CARNAVAL, EM ESPECIAL OS CARNAVAIS MAIS ANTIGOS.
LETRA SEM GRANDES SURPRESAS, MAS ADEQUADA AO ENREDO, VESTINDO-O SOB MEDIDA.
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